MIDIAS PARA EDUCADORES E FORMADORES

La vida que voa!!!

Contrutores da Paz somos nós



Seja mais um e Construa a Paz
Mas o que é a Paz?
Tranqüilidade, harmonia, sossego?
Mas então, a paz não é deste mundo, é o ideal!
Já a não–violência é: trabalhosa, não é passiva, leva em conta que o conflito não é algo negativo - é uma oportunidade para crescermos e aprendermos, aceita os sentimentos humanos como naturais - não os reprime.
Como a paz pode ser praticada?
A paz pode ser praticada em nosso dia a dia quando não nos omitimos, buscamos sempre o diálogo, mantemos a calma, revemos nossos preconceitos.
A paz se constrói a cada dia por cada um de nós!
Para praticar a paz não basta não fazer mal, não brigar, não matar.
A paz não é apenas um discurso, mas um percurso!
Participe do Projeto Construindo a Paz!
Leia-o na íntegra!

JUSTIFICATIVA
Atendendo solicitação do Ofício Circular nº. 86/2008, foram analisados os dados e providenciadas ações que têm como objetivo contribuir para reflexões e iniciativas favoráveis à paz e à boa convivência nas escolas.
Uma dessas ações será a implementação do projeto Construindo a Paz, que será inspirado nas respostas coletadas do questionário aplicado na escola em 30/09/08. Chegou-se a uma constatação muito interessante: na análise desse estudo, comparado com um da UNICEF, é que, por um lado, 21% dos jovens entrevistados acreditam que os estudos são fundamentais para a realização de seus sonhos e 90,43% dos adolescentes entrevistados acreditam que a escola é uma das instituições mais importantes para a sociedade. Por outro, aproximadamente 73%, entendem que vem a escola porque não tem nada mais importante a fazer.
O presente projeto será inspirado também em líderes como Martin Luther King e Mahatma Gandhi. Eles foram homens que, diante de conflitos e divergências, procuraram buscar soluções pacíficas. O conceito de paz para eles (e para nós do Projeto Construindo a Paz) não é a ausência de conflitos, pois somos únicos e, portanto diferentes. Mas como seres humanos, podemos nos sensibilizar para buscar uma solução não-violenta para os conflitos. Não-violência vem do termo ‘ahimsa’ que significa ‘não prejudicar’ (em sânscrito). O que é paz? Tranqüilidade, harmonia, sossego? Mas então, a paz não é deste mundo, é o ideal! Já a não–violência é: trabalhosa, não é passiva, leva em conta que o conflito não é algo negativo - é uma oportunidade para crescermos e aprendermos, aceita os sentimentos humanos como naturais - não os reprime. A paz pode ser praticada em nosso dia a dia quando não nos omitimos, buscamos sempre o diálogo, mantemos a calma, revemos nossos preconceitos. A paz se constrói a cada dia por cada um de nós! Para praticar a paz não basta não fazer mal, não brigar, não matar. A paz não é apenas um discurso, mas um percurso!
Reconhecendo a escola como uma instituição privilegiada para o fomento de uma cultura de paz, o projeto Construindo a Paz irá investir seus esforços em compartilhar conhecimento gerador de reflexões e transformações efetivas em prol da prática pacífica diária. Mapeando os principais aspectos de influência para a ocorrência de situações de violência na escola,
2. OBJETIVOS

4. AVALIAÇÃO
Observação comportamental e atitudinal dos alunos.
Encontros com pais ou responsáveis, para troca de experiências bem sucedidas.
5. FORMA DE REGISTRO DAS ATIVIDADES
Relatórios, Murais, Concurso, fotos, passeios, passeatas, palestras...
6. RESULTADOS ESPERADOS
· Mudanças no aspecto físico da escola e uma maior circulação da comunidade;
· Ocupação da escola pelos adolescentes nos horários vagos;
· Desenvolvimento de potenciais artísticos, pessoais e de cidadania nos adolescentes que participam das atividades;
· Diminuição das atitudes violentas de 60% dos alunos que participaram das atividades;
· Valorização da participação em grêmios e outros como dínamo para a paz por parte da comunidade escolar;
· Envolvimento de 50% de pais nas atividades dos adolescentes;
· Modificação atitudinal do professor e sua metodologia em sala de aula.
7. PESSOAL ENVOLVIDO
Alunos, professores, funcionários, comunidade escolar, grêmio estudantil...

http://eepagl-construindoapaz.blogspot.com.br/2009/08/projeto-construindo-paz.html

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Musica A PAZ


http://www.arlindo-pinto.com/modules/mainpage/images/Pomba_Paz.JPG

A PAZ

Música:  João Donato
Letra: Gilberto Gil
1986
 
A paz
Invadiu o meu coração
De repente, me encheu de paz
Como se o vento de um tufão
Arrancasse meus pés do chão
Onde eu já não me enterro mais
 
A paz
Fez o mar da revolução
Invadir meu destino; a paz
Como aquela grande explosão
Uma bomba sobre o Japão
Fez nascer o Japão da paz
 
Eu pensei em mim
Eu pensei em ti
Eu chorei por nós
Que contradição
Só a guerra faz
Nosso amor em paz
 
Eu vim
Vim parar na beira do cais
Onde a estrada chegou ao fim
Onde o fim da tarde é lilás
Onde o mar arrebenta em mim
O lamento de tantos "ais"

PAZ NA ESCOLA E SOLIDARIEDADE


Promovendo a Paz na Escola
Mãos unidas em busca de respeito e amor ao próximo
Outra forma de mobilizar a comunidade escolar é propondo uma caminhada pela paz. Organize um grupo de pais para ajudar na elaboração e confecção de faixas, cartazes, panfletos e frases a serem cantadas durante a passeata. Aceitar as ideias dos pais é mostrar o quanto são importantes na educação dos filhos, além de melhorar as relações de confiança dos mesmos com a escola.
As aulas de artes podem ser aproveitadas para a confecção de flores de papel crepom, que poderão ser distribuídas no dia 21 de setembro - Dia internacional da paz. A intenção da criação da data foi para que as pessoas não pensassem na paz, mas que lançassem alguma atitude para originar a paz.
Através da solidariedade o sujeito percebe que pode trocar experiência com o outro, aprende a respeitar as limitações dos seus companheiros bem como as suas próprias dificuldades, mas também identifica que pode contar com o apoio de alguém, caso necessite.
A solidariedade é um valor relativo da não violência, que deve ser desenvolvida no âmbito escolar e aparecer nas mais simples formas, nos diálogos desde as classes de educação infantil até as turmas mais adiantadas e ensino médio, se a escola trabalhar com esse nível de educação.
No mundo moderno, as formas incentivadoras de consumismo para crianças e jovens, através dos veículos de comunicação, as mudanças nos valores das famílias e tantos outros problemas, tem causado maiores índices de violência, chegando estes a atingir o âmbito das instituições de ensino. Uma realidade também presente na comunidade buritiense onde o grau de violência tem se acentuado com uma onda de crimes contra a vida, portanto, a escola buscou acentuar em sua programação o trabalho com direito e deveres que contribui para que a PAZ NA ESCOLA e que essa seja assumida como algo concreto na realidade dentro e fora da escola pela comunidade escolar.
http://educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/promovendo-paz-na-escola.htm

Literatura; Juca Pirama


I-Juca-Pirama

I

No meio das tabas de amenos verdores,
Cercadas de troncos - cobertos de flores,
Alteiam-se os tetos d'altiva nação;
São muitos seus filhos, nos ânimos fortes,
Temíveis na guerra, que em densas coortes
Assombram das matas a imensa extensão.
São rudos, severos, sedentos de glória,
Já prélios incitam, já cantam vitória,
Já meigos atendem à voz do cantor:
São todos Timbiras, guerreiros valentes!
Seu nome lá voa na boca das gentes,
Condão de prodígios, de glória e terror!
As tribos vizinhas, sem forças, sem brio,
As armas quebrando, lançando-as ao rio,
O incenso aspiraram dos seus maracás:
Medrosos das guerras que os fortes acendem,
Custosos tributos ignavos lá rendem,
Aos duros guerreiros sujeitos na paz.
No centro da taba se estende um terreiro,
Onde ora se aduna o concílio guerreiro
Da tribo senhora, das tribos servis:
Os velhos sentados praticam d'outrora,
E os moços inquietos, que a festa enamora,
Derramam-se em torno dum índio infeliz.
Quem é? - ninguém sabe: seu nome é ignoto,
Sua tribo não diz: - de um povo remoto
Descende por certo - dum povo gentil;
Assim lá na Grécia ao escravo insulano
Tornavam distinto do vil muçulmano
As linhas corretas do nobre perfil.
Por casos de guerra caiu prisioneiro
Nas mãos dos Timbiras: - no extenso terreiro
Assola-se o teto, que o teve em prisão;
Convidam-se as tribos dos seus arredores,
Cuidosos se incubem do vaso das cores,
Dos vários aprestos da honrosa função.
Acerva-se a lenha da vasta fogueira
Entesa-se a corda da embira ligeira,
Adorna-se a maça com penas gentis:
A custo, entre as vagas do povo da aldeia
Caminha o Timbira, que a turba rodeia,
Garboso nas plumas de vário matiz.
Em tanto as mulheres com leda trigança,
Afeitas ao rito da bárbara usança,
índio já querem cativo acabar:
A coma lhe cortam, os membros lhe tingem,
Brilhante enduape no corpo lhe cingem,
Sombreia-lhe a fronte gentil canitar,

domingo, 6 de maio de 2012

JUCA PIRAMA II

II

Em fundos vasos d'alvacenta argila
Ferve o cauim;
Enchem-se as copas, o prazer começa,
Reina o festim.
O prisioneiro, cuja morte anseiam,
Sentado está,
O prisioneiro, que outro sol no ocaso
Jamais verá!
A dura corda, que lhe enlaça o colo,
Mostra-lhe o fim
Da vida escura, que será mais breve
Do que o festim!
Contudo os olhos d'ignóbil pranto
Secos estão;
Mudos os lábios não descerram queixas
Do coração.
Mas um martírio, que encobrir não pode,
Em rugas faz
A mentirosa placidez do rosto
Na fronte audaz!
Que tens, guerreiro? Que temor te assalta
No passo horrendo?
Honra das tabas que nascer te viram,
Folga morrendo.
Folga morrendo; porque além dos Andes
Revive o forte,
Que soube ufano contrastar os medos
Da fria morte.
Rasteira grama, exposta ao sol, à chuva,
Lá murcha e pende:
Somente ao tronco, que devassa os ares,
O raio ofende!
Que foi? Tupã mandou que ele caísse,
Como viveu;
E o caçador que o avistou prostrado
Esmoreceu!
Que temes, ó guerreiro? Além dos Andes
Revive o forte,
Que soube ufano contrastar os medos
Da fria morte.

JUCA PIRAMA III

III
Em larga roda de novéis guerreiros
Ledo caminha o festival Timbira,
A quem do sacrifício cabe as honras,
Na fronte o canitar sacode em ondas,
O enduape na cinta se embalança,
Na destra mão sopesa a iverapeme,
Orgulhoso e pujante. - Ao menor passo
Colar d'alvo marfim, insígnia d'honra,
Que lhe orna o colo e o peito, ruge e freme,
Como que por feitiço não sabido
Encantadas ali as almas grandes
Dos vencidos Tapuias, inda chorem
Serem glória e brasão d'imigos feros.
"Eis-me aqui", diz ao índio prisioneiro;
"Pois que fraco, e sem tribo, e sem família,
"As nossas matas devassaste ousado,
"Morrerás morte vil da mão de um forte."
Vem a terreiro o mísero contrário;
Do colo à cinta a muçurana desce:
"Dize-nos quem és, teus feitos canta,
"Ou se mais te apraz, defende-te." Começa
O índio, que ao redor derrama os olhos,
Com triste voz que os ânimos comove.

JUCA PIRAMA IV

IV

Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi:
Sou filho das selvas,
Nas selvas cresci;
Guerreiros, descendo
Da tribo tupi.
Da tribo pujante,
Que agora anda errante
Por fado inconstante,
Guerreiros, nasci;
Sou bravo, sou forte,
Sou filho do Norte;
Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi.
Já vi cruas brigas,
De tribos imigas,
E as duras fadigas
Da guerra provei;
Nas ondas mendaces
Senti pelas faces
Os silvos fugaces
Dos ventos que amei.
Andei longes terras
Lidei cruas guerras,
Vaguei pelas serras
Dos vis Aimoréis;
Vi lutas de bravos,
Vi fortes - escravos!
De estranhos ignavos
Calcados aos pés.
E os campos talados,
E os arcos quebrados,
E os piagas coitados
Já sem maracás;
E os meigos cantores,
Servindo a senhores,
Que vinham traidores,
Com mostras de paz.
Aos golpes do imigo,
Meu último amigo,
Sem lar, sem abrigo
Caiu junto a mi!
Com plácido rosto,
Sereno e composto,
O acerbo desgosto
Comigo sofri.
Meu pai a meu lado
Já cego e quebrado,
De penas ralado,
Firmava-se em mi:
Nós ambos, mesquinhos,
Por ínvios caminhos,
Cobertos d'espinhos
Chegamos aqui!
O velho no entanto
Sofrendo já tanto
De fome e quebranto,
Só qu'ria morrer!
Não mais me contenho,
Nas matas me embrenho,
Das frechas que tenho
Me quero valer.
Então, forasteiro,
Caí prisioneiro
De um troço guerreiro
Com que me encontrei:
O cru dessossêgo
Do pai fraco e cego,
Enquanto não chego
Qual seja, - dizei!
Eu era o seu guia
Na noite sombria,
A só alegria
Que Deus lhe deixou:
Em mim se apoiava,
Em mim se firmava,
Em mim descansava,
Que filho lhe sou.
Ao velho coitado
De penas ralado,
Já cego e quebrado,
Que resta? - Morrer.
Enquanto descreve
O giro tão breve
Da vida que teve,
Deixai-me viver!
Não vil, não ignavo,
Mas forte, mas bravo,
Serei vosso escravo:
Aqui virei ter.
Guerreiros, não coro
Do pranto que choro:
Se a vida deploro,
Também sei morrer.

 

LISTA DE LIVROS PREFERIDOS

Livro Ilustrado de Lingua Brasileira de Sinais Autor: Márcia Honora / Mary Lopes E.Frizanco Editora: Ciranda Cultural A Casa da Árvore Encantada Autor: Pat Hegarty Editora: Ciranda Cultural O Grande livro do Amor Autor: Trace Moroney Editora: Ciranda Cultural Os mais Belos Contos de Grimm Autor(a): Gustavo Mazali / Poly Bernatene Editora: Ciranda Cultural Categoria: Infantil Olhe Mais Perto - Criaturas do Mar Autor(a): Sue Malyan Editora: Ciranda Cultural Categoria: Enciclopédias Minha Primeira Biblioteca Histórias Bíblicas Autor: A.D. Borrill Editora: Ciranda Cultural Categoria: Bíblicos Editora: Ciranda Cultural Quincas Borba Autor: Machado de Assis Categoria: Literatura O Mulato Autor: Aluísio Azevedo Categoria: Literatura Marília de Dirceu Autor: Tomaz Antônio Gonzaga ategoria: Literatura Lira dos Vinte Anos Autor: Álvares de Azevedo Categoria: Literatura

Linda Mensagem de Perdão

Powered By Blogger
Powered By Blogger

Lista de Filmes

O CAÇADOR DE PIPAS, KELVIM VERSUS KELVIM,NELL,LIBERDADE ELECANDO FILMES SOB A TERRA ( Filmes que trazem catástrofes que poderão ocorrer com a nossa terra) 10,5 – O DIA EM QUE A TERRA NÃO AGUENTOU, 2012 – O DIA DO JUÍZO FINAL, ARMAGEDON, DIAS DE DESTRUIÇÃO, FIM DOS DIAS, LONDRES, METEORO O DIA DO JUÍZO FINAL, O DIA DEPOIS DE AMANHÃ, O DIA DA DESTRUIÇÃO, PARIS 2010, TEMPESTADE, TERREMOTO, TSUNAMI.


PROVÉRBIOS

A terra atrai tanto que os velhos andam curvados.
(Provérbio armênio)
Melhor bem enforcado do que mal casado.
(Provérbio alemão)
Se alguém está tão cansado que não possa te dar um sorriso, deixa-lhe o teu.
(Provérbio chinês)
Só se pode juntar as mãos quando estas estão vazias.
(Provérbio Tibetano)
Começar já é metade de toda ação.
(Provérbio grego)
As lágrimas dos bons caem por terra, mas vão para o céu, para o seio da divindade. (Provérbio chinês)
Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.
(Provérbio chinês)

Oceano - Mares - Rios

Oceano - Mares - Rios

  ©Template designer by Ana by anA.