Até morrer!
Há o bem em vocÊ : alimente o Lobo Branco
Não deixe seu lado negro da força prevalecer.

Meu lobo branco está dando uma surra no negro.
Coisas Reais podem ser bem diferente
Cuidados ao Imaginar, a realidade pode ser diferente
Para sapatos, por exemplo, use couro.

Coisas normais acontecem, só que diferentes.

Alguém tem que assumir a responsabilidade.

Dono do melhor amigo é.
Para sapatos, por exemplo, use couro.
O príncipe ficou com a morena e a ruiva mesmo.
Coisas normais acontecem, só que diferentes.
Striptease nutritivo.
Principalmente em um mundo de ingenuidades.
Dono do melhor amigo é.
PUBLICIDADE E DESENHOS
Anúncios espalhados por ai não faltam. Alguns capengas outros nem tanto. O que diferencia mesmo neste meio é a criatividade. Quanto mais criativo e bem direcionado, mais público vai abranger, quanto mais público abranger…melhor, claro.
Encontrei três imagens que a Fischer América fez para o site da Macacolândia.
O slogan era: “Dê mais vida a seus desenhos“.
Tudo a ver.

Aiiiii, me soltaaa!

Aiiiiiiii, um cachorro feroz!

Aiiiii, como eu vou terminar de desenhar…
Ps¹: O site da Macacolândia vale a pena a visita, ehhehe.
POEMA ZELADOR

Zelador
Vamos falar do zelador
Esse empregado de valor
Que já virou uma mania
Um homem verdadeiro
Que trabalha o tempo inteiro
Pra sustentar a família
À noite chega cansado
Quase sempre esfomeado
Abraçando e beijando a filha
Zelador que lava banheiros
Varre salas e terreiros
Também desentope pias
Valente e pé no chão
Aguenta humilhação
Todo santo dia
Homem forte e voraz
Deveria ganhar mais
Isso ele merecia
Pelo esforço que ele faz
Fazendo coisas que jamais
Alguém se habilitaria
Pede a Deus em oração
Que abençoe sempre o pão
E a sua moradia
Para esse honesto cidadão
Esse poema de coração
Homem da zeladoria
HOMENAGEM AO ZELADOR DO MAB
11 de Fevereiro
O zelador tem uma grande importância na segurança das pessoas, principalmente nos dias atuais.São eles que zelam das pessoas e do patrimônio de edifícios, sejam comerciais, de apartamentos ou de estabelecimentos como igrejas.
Comumente, é sua responsabilidade tratar da limpeza de seu ambiente de trabalho e entregar correspondências e objetos deixados com ele.
São tantos os afazeres de um zelador que, caso trabalhe em um prédio, é sua obrigação acender e apagar lâmpadas; verificar o fechamento de portas e janelas; controlar circulação de pessoas e veículos; relatar as condições das instalações; prevenir incêndios; solicitar reparos; comunicar aos proprietários irregularidades nos apartamentos; cuidar das plantas; limpar piscinas... ufa!!!!!
A vida de um zelador não é fácil!
Fonte: UFGNet, CEDI, Soleis
TELAS LINDAS
O Sonhador é o homem que vive muito bem a vida. Para ele, viver muito bem a vida é nada mais nada menos que inventá-la.
AS IDÉIAS SEMPRE ME FUGIRAM

Francis Ponge
Sem
dúvida não sou muito inteligente: em todo caso as idéias não são o meu
forte. Sempre fui iludido por elas. As opiniões mais bem
fundamentadas, os sistemas filosóficos mais harmoniosos (os mais bem
constituídos) sempre me pareceram absolutamente frágeis, me provocaram
uma certa repugnância, vazio na alma, uma penosa sensação de
inconsistencia. Não me sinto de modo algum seguro das proposições que
lanço durante uma discussão. As que me são opostas parecem-me quase
sempre igualmente válidas; digamos, para sermos exatos: nem mais nem
menos válidas. Posso ser convencido, desarmado com facilidade. E
quando digo que posso ser convencido: trata-se, senão de alguma
verdade, pelo menos da fragilidade de minha própria opinião. Além do
mais, o valor das idéias parece-me na maioria dos casos em razão
inversa ao ardor empregado para expô-las. O tom da convicção (e mesma
da sinceridade) é adotado, assim me parece, tanto para convencer-se a
si mesmo quanto para convencer o interlocutor, e mais ainda talvez para
“substituir” a convicção. De qualquer modo, para substituir a verdade
ausente das proposições emitidas. Eis o que sinto de modo bem forte.
Assim, as idéias como tal parecem-me aquilo de que sou menos capaz, e não me interessam mesmo. Vocês me dirão sem dúvida que aqui há uma idéia (uma opinião)… mas: as idéias, as opiniões me parecem dirigidas em cada um de nós por algo que não o livre-arbítrio ou o juízo. Nada me parece mas subjetivo, mais epifenomenal.
Não compreendo muito que as pessoas se jactem delas. Eu acharia insuportável que se pretendesse impô-las. Querer apresentar sua opinião como válida objetivamente, ou em termos absolutos, parece-me tão absurdo quanto afirmar por exemplo que os cabelos louros cacheados são mais “verdadeiros” que os cabelos pretos lisos, o canto do rouxinol mais perto da verdade que o relincho do cavalo. (Em compensação sou bastante propenso à formulação e talvez tenha algum dom para ela. “Eis o que você quer dizer…” e em geral obtenho daquele que falava a concordância com a fórmula que lhe proponho. Este é um dom de escritor? Talvez.)
Caso um pouco diferente é o do que chamarei de constatacões; digamos, se preferirem, as idéias experimentais. Sempre me pareceu desejável que houvesse um entendimento, senão quanto às opiniões, pelo menos quanto a fatos bem determinados, e se isso ainda parece muito pretensioso, pelo menos quanto a algumas definições sólidas.
Talvez fosse natural que com tais disposições (desgosto pelas idéias, gosto pelas definições) eu me dedicasse ao recenseamento e à definição em primeiro lugar dos objetos do mundo exterior e entre eles daqueles que constituem o universo familiar dos homens de nossa sociedade, em nossa época. E por quê, me objetarão, recomeçar o que foi feito em várias oportunidades e bem estabelecido nos dicionários e enciclopédias? Mas, responderei, por que e como é que existem vários dicionários e enciclopédias na mesma língua na mesma época e que suas definições dos mesmos objetos não são Idênticas? Sobretudo, como é que no caso parece estar mais em questão a definição das palavras que a definição de coisas? Por que posso ter essa impressão, para dizer a verdade bastante extravagante? Por que essa diferença, essa margem inconcebível entre a definição de uma palavra e a descrição da coisa que essa palavra designa?
Por que as definições dos dicionários nos parecem tão lamentavelmente desprovidas de concreto e as descrições (dos romances ou poemas, por exemplo) tão incompletas (ou muito particulares e detalhadas, ao contrário), tão arbitrárias, tão temerárias? Não poderíamos imaginar uma espécie de escritos (novos) que, situando-se mais ou menos entre os dois gêneros (definição e descrição), tomariam emprestados do primeiro sua infalibilidade, sua indubitabilidade, sua brevidade também, do segundo seu respeito pelo aspecto sensorial das coisas…
Assim, as idéias como tal parecem-me aquilo de que sou menos capaz, e não me interessam mesmo. Vocês me dirão sem dúvida que aqui há uma idéia (uma opinião)… mas: as idéias, as opiniões me parecem dirigidas em cada um de nós por algo que não o livre-arbítrio ou o juízo. Nada me parece mas subjetivo, mais epifenomenal.
Não compreendo muito que as pessoas se jactem delas. Eu acharia insuportável que se pretendesse impô-las. Querer apresentar sua opinião como válida objetivamente, ou em termos absolutos, parece-me tão absurdo quanto afirmar por exemplo que os cabelos louros cacheados são mais “verdadeiros” que os cabelos pretos lisos, o canto do rouxinol mais perto da verdade que o relincho do cavalo. (Em compensação sou bastante propenso à formulação e talvez tenha algum dom para ela. “Eis o que você quer dizer…” e em geral obtenho daquele que falava a concordância com a fórmula que lhe proponho. Este é um dom de escritor? Talvez.)
Caso um pouco diferente é o do que chamarei de constatacões; digamos, se preferirem, as idéias experimentais. Sempre me pareceu desejável que houvesse um entendimento, senão quanto às opiniões, pelo menos quanto a fatos bem determinados, e se isso ainda parece muito pretensioso, pelo menos quanto a algumas definições sólidas.
Talvez fosse natural que com tais disposições (desgosto pelas idéias, gosto pelas definições) eu me dedicasse ao recenseamento e à definição em primeiro lugar dos objetos do mundo exterior e entre eles daqueles que constituem o universo familiar dos homens de nossa sociedade, em nossa época. E por quê, me objetarão, recomeçar o que foi feito em várias oportunidades e bem estabelecido nos dicionários e enciclopédias? Mas, responderei, por que e como é que existem vários dicionários e enciclopédias na mesma língua na mesma época e que suas definições dos mesmos objetos não são Idênticas? Sobretudo, como é que no caso parece estar mais em questão a definição das palavras que a definição de coisas? Por que posso ter essa impressão, para dizer a verdade bastante extravagante? Por que essa diferença, essa margem inconcebível entre a definição de uma palavra e a descrição da coisa que essa palavra designa?
Por que as definições dos dicionários nos parecem tão lamentavelmente desprovidas de concreto e as descrições (dos romances ou poemas, por exemplo) tão incompletas (ou muito particulares e detalhadas, ao contrário), tão arbitrárias, tão temerárias? Não poderíamos imaginar uma espécie de escritos (novos) que, situando-se mais ou menos entre os dois gêneros (definição e descrição), tomariam emprestados do primeiro sua infalibilidade, sua indubitabilidade, sua brevidade também, do segundo seu respeito pelo aspecto sensorial das coisas…
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